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| Figura 3. Economia Super-aquecida |
Administracion de Empresas
viernes, 23 de noviembre de 2012
Equilíbrio Macroeconômico e o Papel das Expectativas - III
jueves, 22 de noviembre de 2012
Equilíbrio Macroeconômico e o Papel das Expectativas - II
No modelo keynesiano com mercados oligopolísticos, Figura 1c, a curva de oferta
agregada é horizontal até o nível de pleno emprego, quando ela se torna vertical.
Deslocamentos da curva de demanda agregada para cima e para a direita afetam apenas o
nível de renda real da economia. A partir do produto potencial (y) as políticas monetária e
fiscal atuam somente sobe o nível de preços.
Os modelos apresentados na Figura 1, de acordo com a teoria da oferta agregada
desenvolvida a partir da segunda metade da década dos 60, deixam de fora um ingrediente
importante na determinação simultânea dos níveis de preços e de renda real: o nível de
preços esperado. Na Figura 2 a curva de oferta agregada foi traçada para um dado valor do
nível de preços esperado (pe). A curva DD é a curva de demanda agregada.
A Figura 2 mostra uma situação em que o equilíbrio coincide com o nível de pleno
emprego da economia. A curva da demanda agregada DD corta a curva de oferta agregada
S(pe) no ponto E. O nível de preços de equilíbrio é igual ao antecipado, e a economia
encontra-se, então, com seus recursos produtivos plenamente empregados. Observe-se que
esta situação de equilíbrio de curto prazo constitui-se, também, numa posição de equilíbrio
de longo prazo no sentido de que os valores esperados são iguais aos valores observados.
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| Figura 2. Economia em Pleno Emprego |
miércoles, 21 de noviembre de 2012
Equilíbrio Macroeconômico e o Papel das Expectativas - I
O nível de preços e a renda real são determinados, simultaneamente, pela
interseção das curvas de demanda e oferta agregadas. No modelo neoclássico, Figura 1a, a
curva de oferta agregada é vertical. Os níveis de emprego e de produto são determinados
no mercado de mão-de-obra. As políticas monetária e fiscal, através da curva de demanda
agregada determinam apenas o nível de preços da economia.
No modelo keynesiano com mercados competitivos,
Figura 1b, o nível de preços e
de renda são determinados simultaneamente pelas curvas de demanda e oferta agregadas.
Deslocamentos da curva de demanda agregada para cima e para a direita, através do
manejo dos instrumentos das políticas monetária e fiscal, aumentam os níveis de renda
real e de preços de economia. Quando o produto atingir o nível de pleno emprego,
voltamos ao mundo neoclássico onde as políticas monetária e fiscal afetam apenas o nível
de preços da economia.
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| Figura 1. Equilíbrio de Curto Prazo: Demanda e Oferta Agregadas |
martes, 20 de noviembre de 2012
DINÂMICA E EQUILÍBRIO MACROECONÔMICO
Este capítulo tem como objetivo estudar a dinâmica e o equilíbrio macroeconômico
tanto no curto como no longo prazo.
O longo prazo será entendido aqui como aquele período no qual os valores
antecipados pelos agentes econômicos são iguais aos valores realizados, não havendo
ganhos ou incentivos para que eles revejam suas decisões.
No curto prazo, os agentes econômicos podem cometer erros de previsão que
levam a economia a operar com desemprego e capacidade ociosa, ou com excesso de
utilização dos equipamentos e da mão-de-obra. Esta situação da economia certamente
levará à revisão de decisões por parte dos empresários, consumidores e trabalhadores,
através de um processo de ajustamento, cuja dinâmica depende fundamentalmente do
processo de formação de expectativas e da estrutura da economia.
A primeira seção deste capítulo procura mostrar o papel das expectativas no
equilíbrio macroeconômico. Em seguida, serão apresentados dois tipos de modelos, com
processos de formação de expectativas adaptativa e racional, que conduzem a diversas
trajetórias na dinâmica de ajustamento, quando as variáveis exógenas do modelo mudam.
Em cada um desses modelos será analisado como a economia reage a mudanças nas
políticas monetária e fiscal, e aos choques de oferta.
lunes, 19 de noviembre de 2012
A Hipótese de Gray-Fischer
onde ρe é a taxa de juros real esperada, pois no momento em que os contratos de trabalho são celebrados, a taxa de inflação não é conhecida. Do sistema acima resulta que:
Observe-se que neste modelo não é a taxa de juros real que entra como argumento na equação de oferta agregada, mas sim a diferença entre ela e a taxa de juros real que era antecipada no momento da fixação dos salários nominais.
domingo, 18 de noviembre de 2012
A Hipótese Neoclássica
O nível de emprego é, então, dado por:
Observe-se que o produto de pleno emprego e a taxa de juros real estão negativamente correlacionados: quando a taxa de juros real aumenta, o nível de pleno emprego diminui. A Figura 23 mostra duas curvas de oferta agregada desenhadas para duas taxas de juros reais. A curva So corresponde à taxa de juros real o, e a curva S1 corresponde à taxa de juros real 1 > o.
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| Figura 23. Curva de Oferta Agregada |
sábado, 17 de noviembre de 2012
A Taxa de Juros e a Oferta Agregada - Exemplo
Admita-se que a função de produção da economia é dada por:
y = a + n
onde y e n representam, como anteriormente, os logaritmos dos níveis de produção e de
emprego, e a e são parâmetros.
A maximização do lucro implica em que a produtividade marginal da mão-de-obra
deve ser igual ao salário real mais a taxa de juros real, ou seja:
Esta equação mostra que, mantendo-se constantes o salário nominal e o nível de
produção, o nível de preços aumenta quando a taxa de juros real sobe.
Este modelo de oferta agregada para ficar completo requer que se especifique
como os salários nominais são determinados. A seguir, analisaremos o modelo diante de
duas hipóteses: a neoclássica e a de Gray-Fischer.
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